Das expressões culturais a mais importante é a Banda Cabaçal, uma das duas únicas existentes em solo paraibano. Guardando as características principais, a banda é uma referencia viva do povo negro e da valiosa contribuição que deu para a formação da identidade brasileira. Suas apresentações em diversos eventos realizados em toda a Paraíba
É tradicional ainda o carteado (sueca), da sexta santa para o sábado de aleluia, além das encenações da paixão e morte de Jesus.
O imaginário popular de Triunfo é muito rico em estórias criadas e contadas por diversas personalidades locais. Invariavelmente versam sobre temas ligados ao sertanejo e seu estilo próprio de vida, o fantástico, o lúdico e o religioso.A nossa história é povoada de personagens fantásticas, que é do conhecimento de todos e, todos, guardam com relação a elas mais que memória, mas uma afetividade coletiva, numa flagrante demonstração de valorização e consciência do nosso patrimônio humano e do nosso imaginário.
É o caso de Manoel da Paciência, figura “marginal”, que surgiu nas ruas de Triunfo, mendicante, sem origem, família ou endereço. Foi encontrado morto numa estrada de acesso a um Sitio e hoje é cultuado por muita gente da cidade como milagreiro. Don'Ana. Quase centenária Senhora que morreu virgem e foi sepultada vestida de noiva, traje que ela mesma confeccionou e guardou a vida inteira somente para essa ocosião. Gertudres, benzedeira que curava qualquer dor. Mãe “Ceição”, parteira negra que ajudou muitos triunfenses a vir ao mundo. Manoel Valdivino, enlouqueceu na adolescência e viveu acorrentado até a sua morte com mais de 80 anos. Doutorzinho, prefeito da cidade por três vezes, famoso por salvar muitas vidas exercendo funções como as de médico, dentista, protético, entre outras, sem nunca ter pisado em uma universidade. (Aliás, Manoel Valdivino e Doutorzinho foram matéria da revista eletrônica “Fantástico”, da Rede Globo).